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Mudanças na contabilidade pública

Posted on outubro 27th, 2010 por RNC

Assim como a das empresas a contabilidade pública também sofrerá alteraçõesEstamos em clima de expectativa para saber quem irá assumir a presidência nos próximos quatro anos. No meio de tantas incertezas, os candidatos devem ir se preparando para algo que já é fato, as mudanças na contabilidade pública.

O IFRS, (International Financial Reporting Standard) padrão internacional de contabilidade, já é uma realidade dentro das empresas, que tiveram que se adaptar a algumas mudanças. O setor público também não vai ficar de fora desta, a contabilidade pública também terá que se adequar a um novo IPSAS (International Public Sector Accounting Standards). Entenda melhor a contabilidade do setor público:

Contabilidade pública: é a responsável pelo registro das receitas e despesas que são estabelecidas no Orçamento Público aprovado para cada exercício. Além disso, faz parte de suas incumbências controlar as operações de crédito, a divida ativa, os valores e as obrigações. Enfim, cabe a contabilidade pública permitir que a sociedade interprete as informações e entenda a evolução e a situação orçamentária tanto do governo federal quanto dos estados e municípios.

As mudanças: o padrão IPSAS passará a ser obrigatório para a União e os Estados a partir de 2012 e em 2013 para os municípios. No entanto, os estados que desejarem tem a permissão legalizada para já iniciarem as mudanças a partir deste ano. Com o novo padrão, o demonstrativo financeiro do setor público será semelhante ao das empresas, que costuma ser divulgado nos jornais. O balanço patrimonial, a demonstração de resultados, receitas, despesas, que atualmente são lançados de um caixa e permanecem ocultos, com a implantação do IPSAS, passam a ser lançados pelo regime de competência e toda a sociedade passa a ter acesso.

As mudanças na contabilidade pública prometem transformar a sociedade de maneira significativa. A partir delas, podemos ter uma visão mais real e abrangente dos custos do setor público, é uma maneira de obtermos um registro confiável do nosso patrimônio e consequentemente fica mais fácil de a cobrança e participação da sociedade para fazer o uso dos bens públicos da melhor forma possível.

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Como abrir uma empresa?

Posted on setembro 27th, 2010 por RNC

conheça os procedimentos necessários para abrir uma empresaNo mundo dos negócios, o que não falta são boas idéias, por isso o empreendedorismo está em alta. Infelizmente existe uma distância muito grande em ter uma boa idéia e colocá-la em prática, o que acaba fazendo com que muitas destas idéias não saiam do papel, mas como abrir uma empresa?

O que barra a criatividade de muitos empreendedores e não permite que novas empresas passem a existir são três fatores: tempo, dinheiro e burocracia.

Tempo: todo projeto começa com um planejamento e até que este esteja totalmente pronto, é normal que demore um tempo. Depois de ter traçado projeto para uma nova empresa, é necessário esperar ainda mais um tempo. Para começar a funcionar, uma empresa precisa de determinadas documentações e passar por alguns procedimentos. Para a organização de toda essa papelada, o novo empresário demora na média de 30 a 45 dias, mas este tempo pode variar dependendo do tipo de atividade da qual a empresa irá realizar.

Dinheiro: esta pode ser considerada a maior dificuldade em se abrir uma empresa. A criação de uma empresa exige determinados investimentos e estes geralmente não são poucos. Além do dinheiro necessário para iniciar o negócio (investir em local, equipamentos, mão de obra, entre outros), gasta-se também para organizar documentos, efetuar inscrições e resolver toda a parte legal necessária para que uma empresa possa entrar em funcionamento.

Burocracias: este terceiro fator está ligado aos dois primeiros, pois requer tempo, gasta-se dinheiro e exige paciência da parte do empresário. Quem deseja iniciar um negócio, tem o dever de passar por diversas etapas em órgãos governamentais tais como: junta comercial, prefeitura, secretaria da fazenda, caixa econômica federal, ministério do trabalho e sindicato patronal. Somente depois de todas as etapas concluídas, receberá a permissão para que finalmente sua empresa entre em funcionamento.

Infelizmente, estes três fatores que parecem servir para atrapalhar a vida dos empreendedores e evitar que novas empresas venham a existir são necessários. Antigamente abriam-se empresas “como quem troca de camisa” e estas ações são uma forma de dificultar a abertura de empresas fantasmas, por exemplo. É claro que nem tudo está perdido, com tantos avanços tecnológicos e mudanças do setor empresarial é possível acreditar que em um futuro próximo estas dificuldades possam ser extintas e o procedimento para abrir uma empresa passe a ser mais fácil.

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O marketing na contabilidade

Posted on julho 15th, 2010 por RNC

o marketing e contabilidade andam lado a ladoA contabilidade não é feita somente de números, cálculos e burocracias, o marketing também deve estar inserido nessa categoria. Seguem algumas estratégias de marketing para serem utilizadas nesse ramo:

● Os profissionais são as principais ferramentas de marketing do escritório. É importante que eles tenham papéis bem definidos e trabalhem de forma integrada;

● Somente através do profundo conhecimento do cliente será possível desenvolver um relacionamento proveitoso. Antes de iniciar um negócio, deve-se perguntar se o relacionamento com o cliente irá valer a pena.

● Para manter um padrão de qualidade e garantir um relacionamento de médio e longo prazo é necessário conhecer o perfil de cada cliente e identificar aqueles que serão proveitosos para a geração de oportunidades futuras.

●  Devemos parar de vender o que nós temos e começar a vender o que os clientes querem. Ou pelo menos fazer com que os dois lados consigam se equilibrar na balança do mercado e avançar em direção a dias melhores.

Dicas elaboradas por Marcos Apostolo, diretor da Rede Nacional de Contabilidade e especialista na área contábil.

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Adesão equivocada pode dar uma dor de cabeça…

Posted on junho 29th, 2010 por RNC

Adesão equivocada pode trazer dor de cabeçaLei daqui, portarias dali. Os contribuintes vivem um momento de insegurança diante de tantas mudanças na vida contábil. Com a Lei 11.941, de 2009, veio o parcelamento. Pessoas físicas e jurídicas podem quitar dívidas com o governo em até 180 meses. Isso encheu de esperanças quem deseja zerar esses débitos. Por outro lado, após o alvoroço da entrada da lei em vigor, começaram a surgir as portarias. E aí a história mudou. Muitas dúvidas tomaram conta de quem pensava que o sofrimento tinha acabado.

De acordo com a lei, os contribuintes são obrigados a desistir de ações sobre inclusão ou reinclusão em outro parcelamento. Com a entrada da Portaria conjunta nº 6, a desistência de ações deveria ocorrer até 30 dias após a ciência do deferimento da adesão ao Refis. Agora surgiu outra portaria, a de nº 11, de 2009, publicada há poucos dias no Diário Oficial da União. Essa portaria determina que os contribuintes devem desistir de ações judiciais até o dia 30 de dezembro para incluir os débitos discutidos no parcelamento. O detalhe é que ele tem que fazer isso antes de saber se a adesão foi deferida, já que a Receita e a Procuradoria Geral da União só devem fazer a consolidação dos débitos que entrarão no Refis no primeiro semestre de 2010. Resultado: o contribuinte terá que arcar com o risco de desistir da ação judicial, não ter o parcelamento aceito e, ainda por cima, não poder voltar atrás.

Quem deve arriscar, então? Os contribuintes que quiserem fazer o pagamento à vista podem ficar mais tranqüilos, afinal o governo quer receber. Dificilmente esses contribuintes não receberão os benefícios da lei. Agora, quem quiser fazer o parcelamento em até 180 meses precisa de auxílio de profissionais da área contábil. É essencial que se faça estudos em cima de cada caso para que sejam avaliadas as reais possibilidades de se ter o parcelamento aceito e se vale a pena correr o risco. Uma coisa é certa: há que se pesar muito bem as vantagens e desvantagens para não ter dor de cabeça à toa no futuro.

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